“Rei do cancelamento”: influencer faz pronunciamento e pede desculpas

O influenciador Leonardo Ávila, aluno do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), que causou revolta após publicar um vídeo declarando que seus colegas de faculdade são “pobres de tudo” e “favelados”, fez um novo pronunciamento nesta quarta-feira (2/4).

Em um vídeo direcionado à faculdade e ao Metrópoles, Leonardo se explicou. “Eu estava viajando nos últimos dias, em convívio com pessoas que são seguras de si; e eu me senti muito mal quando eu voltei para a faculdade , não só porque as pessoas não me aceitam, mas porque eu contei para uma pessoa que eu estava participando de um reality show e ela me zoou porque e aí eu estava muito irritado”, disse.

 

Leonardo desabafou que está se sentindo mal na instituição e que pediu para cursar a faculdade de administração de forma remota, mas declarou que não deixaram. “Eu estou mal por as pessoas não me acolherem, por eu estar me sentindo sozinho e triste. Hoje, entraram em contato comigo para perguntar como eu estou me sentindo, mas eu não estava a vontade para conversar sobre isso.”

O influenciador disse que não teve más intenções, mas que não aguentava mais ser alvo de fofocas. “Eu fiquei bem afetado, fiz o vídeo xingando todo mundo e as pessoas se afetaram muito, levaram para o pessoal, porque pessoas bolsistas se esforçaram muito para conseguir entrar na faculdade e aí são chamadas de uma classe inferior, mas enfim, acho que cada um tem que viver com seus desafios, e, para mim, é um desafio estar na faculdade porque as pessoas não me acolhem e eu me sinto sozinho”, expôs.

Em meio aos desabafos, o estudante se autointitulou como “rei do cancelamento” e disse que o povo ama incriminá-lo. Por fim, Leonardo disse que errou, que não deveria ter feito o vídeo, que se arrepende e espera que possam perdoá-lo. “Foi infantilidade da minha parte”, finalizou.

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À coluna, o pai de Leonardo Ávila, o presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do DF (Codese-DF), Leonardo Oliveira de Ávila, declarou que soube do ocorrido somente nesta quarta (2/4) e que irá se inteirar, conversando com o filho e entendendo o contexto. “Conhecendo meu filho, certamente não foi na intenção de discriminar ou de preconceito.”

 

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